1 – Kerry Washington

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A Olivia Pope de Kerry Washington é uma das grandes personagens da TV, sobretudo porque tudo o que ocorre em Scandal converge para ela, de uma maneira ou outra e os demais personagens possivelmente não sobreviveriam a muita coisa sem ela. E Kerry Washington abraçou seu personagem para si: quem vê a série ou quem a acompanha nas redes sociais nota que ela gosta do que faz e não dá sinais de cansaço.

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2 – Shonda Rhimes

Shonda é dos grandes nomes da TV e muito se deve ao sucesso de suas criações como Grey’s Anatomy e Scandal. Aqui, além de criadora, ela é produtora e roteirista de vários episódios. E não devemos nos esquecer que Shonda é a produtora executiva de How to Get Away With Murder. Shonda é outra que não dá sinais de cansaço – muito pelo contrário.

3 – É uma série política

Estamos em uma boa safra de séries políticas: a Netflix tem House of Cards e a HBO tem Veep. Scandal mostra os bastidores da política e o jogo de interesses que ocorre a portas fechadas. A política é americana, mas pessoas de qualquer parte do mundo podem se identificar – inclusive o público brasileiro.

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4 – Empoderamento Feminino

“Você deve ser duas vezes melhor do que eles para conseguir metade do que eles têm” – foi o que disse Rowan, pai de Olivia, em um dos episódios. “Não quero ser normal, simples e fácil. Quero um doloroso, difícil, devastador, extraordinário amor que mude a minha vida”. “Eu tive a ousadia de nascer mulher e negra” – foram duas frases que Olivia Pope falou em dois dos episódios.

Scandal também aborda o lugar da mulher na sociedade e como alguns tabus são lidados, seja na política ou na vida civil

5 – Os Coadjuvantes

Scandal não é só Kerry Washington. Há vários personagens excelentes que ganham a empatia do público. Como o presidente Fitz, a primeira dama Mellie, Cyrus, Jake, Rosen, Elizabeth, Rowan e o time de “gladiadores de terno” de Olivia: Abby, Quinn, Huck e Harrison.

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6 – Nem tudo é o que parece ser

Aqui estamos falando em política, portanto quem espera personagens puros ou bonzinhos é melhor procurar em outra série. Aqui não há heróis ou vilões e o caráter dos personagens pode mudar conforme o seu interesse e qualquer um pode ser corrompido. “Os fins justificam os meios”, como dizia Maquiavel.

7 – Os Flashbacks

Alguns personagens se tornam melhores quando conhecemos seu passado. Aqui os flashbacks são feitos com elegância e contrastam com o acontecimento atual. Tudo resultado de uma ótima fotografia e montagem frenética e dinâmica. E engana-se quem pensa que há alívios cômicos.

8 – Tem na Netflix

No Brasil, Scandal é exibida pelo Canal Sony, com algumas semanas de atraso em relação aos EUA, mas ela também está disponível na Netflix com todas as 5 temporadas até o momento. A maratona vale muito a pena. Só cuidado para não se viciar.

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9 – Procedural – pero no mucho

Scandal abraçou muito a ideia do “caso da semana” e isso acontece em praticamente todas as séries de TV aberta, mas, conforme as temporadas avançam, há uma grande trama envolvendo as temporadas e que o espectador casual possivelmente não conseguirá compreender. Embora ainda não seja um “grande filme” como as séries da Netflix, nota-se uma continuidade na história.

10 – Ousadia na TV aberta norte-americana

Scandal é uma série de TV aberta do canal ABC. Uma série assim possui limitações, sobretudo a respeito de violência e sexo. Scandal tem uma ousadia aqui e ali. Não dá para fazer um conteúdo parecido com Sense8, por exemplo, mas a série se arrisca: há muitas cenas e insinuações de sexo, momentos de quase nudez de atores e atrizes, e a violência não é nem um pouco sutil.

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