Star Wars – Os Últimos Jedi é dos filmes mais esperados do ano, nós já conferimos e comentamos aqui SEM SPOILERS, o que foi difícil, porque a Disney fez um grande trabalho de não entregar nada nos trailers e nos materiais promocionais, portanto, respeitaremos isso aqui e não divulgaremos nem a sinopse, vamos avaliar aqui mais detalhes técnicos e a nossa experiência com o novo exemplar da maior saga do cinema.

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Star Wars 8
Primeiro, todos os atores do filme anterior voltam melhores. Todos alí evoluíram como atores. Kylo Ren tem mais postura de um vilão, este é quase um filme sobre ele. Hux tem mais presença do que no filme anterior. Vemos mais do Poe Dameron e sua interação com a General Leia. Ele estava mais apagado no filme anterior, mas aqui é um dos grandes nomes e grandes motivos para a trama avançar.

Star Wars 8
Finn tem um arco só dele aqui e também tem mais tempo de tela, mas a protagonista é realmente a Rey, que se assume como a grande heroína da história e tudo em tela converge nela. Fruto do ótimo roteiro de Rian Johnson – que também dirige o filme – mas também da presença de Daisy Ridley em tela, que abraçou a personagem. Quem a acompanha nas redes sociais vê o carinho que ela tem com os fãs e com a sua Rey, sem contar a importância da representatividade de ser a protagonista de uma franquia grandiosa como Star Wars.

O que vemos em Os Últimos Jedi é muito da troca de bastão da velha para a antiga geração, mas a galera antiga tem muita presença aqui. Os personagens tem mais presença, claro, mas as referências para os fãs podem fazer alguns irem às lágrimas. Os não-fãs podem se divertir mesmo sem entender as referências porque vemos aqui realmente uma Guerra nas Estrelas. É um filme de guerra de fato assim como Rogue One.

Também há os novos personagens e criaturas, como os porgs, que aparecem em momentos pontuais e não incomodam aliás. Este é um filme sombrio e tenso, mas há muitos alívios cômicos. Ao contrário de alguns filmes da Marvel, as piadas aparecem de forma central e a maioria faz sentido até para a narrativa.

Star Wars 8
Novos personagens: Benicio Del Toro, meio que um pirata das galáxias; Laura Dern, que o público demora para comprá-la, mas a personagem dela faz sentido lá na frente; Rose é uma personagem muito bacana e a grande química com o Finn é induscutível. E claro, os personagens antigos: o filme anterior era centrado no Han Solo, este foi muito centrado no Luke e seus dilemas. O próximo seria centrado na Leia que, infelizmente, não vai acontecer. Foi um pouco de cortar o coração o In Memorian da Carrie Fisher, a dedicatória que fizeram para a atriz.

Tecnicamente o filme é perfeito, há uns pontos em CGI, mas há muitos efeitos práticos. A ação não para, desde o início até o seu desfecho, a montagem, o ritmo são com uma grande simetria. Aliás, uma grande qualidade aqui que foi dividir o filme em histórias paralelas e todas serem interessantes e muito se assemelhando com Star Trek.

Star Wars 8
Um grande trabalho de edição aqui e de roteiro em dar importância a todos os personagens e núcleos, há muita coisa acontecendo. É o filme mais longo da saga com 150 minutos.
Fotografia incrivelmente linda.

Não há cena pós-crédito, mas vale pela trilha de John Williams: tensa, profunda, clássica, tocante. Deve ir ao Oscar 2018.

Star Wars 8
Star Wars – Os Últimos Jedi é um grande filme, o mais diferente da franquia, o que está gerando polêmica entre os fãs, mas que faz com que a saga expanda para novos personagens, tramas e subtramas.

Este episódio 8 é o mais corajoso da saga e, consequentemente, dos mais interessantes.

Nota: 10,0

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