Olá, me chamo Nayara Tavares, sou apresentadora no Nerdista e, ao pensar em escrever minha coluna aqui, fiquei muito empolgada. Até porque, o convite foi bem no dia em que terminei de ler o livro O Talismã, de Stephen King e Peter Straub. Então pensei, por que não falar sobre ele? Já que foi o primeiro livro de Stephen que eu li. Além disso, assisti a obras adaptadas desse autor no cinema.

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Comecei a olhar ele no inicio da minha faculdade, quando eu ficava xeretando a biblioteca. Esse livro, em particular, me chamou a atenção. Um garoto na capa com um reflexo seu do outro lado. Não demorou muito para estar com ele na mesinha da biblioteca. Passei uma tarde lendo, acho que deu umas 100 páginas. O que me deixou triste foi que li até a metade e não consegui pegá-lo para ler depois. No ano passado encontrei-o em outra biblioteca e comecei do zero.

Neste livro o que me encantou tanto foi a abordagem de Terror. Ironia que Stephen usa com a mescla de ficção e fantasia de Peter Straub. Falando um pouquinho da história: É um garoto chamado Jack Sawyer de apenas doze anos e a sua vida dá uma reviravolta quando mudam para Arcadia Beach ,depois da morte de seu tio.

Ao chegarem à cidade se hospedam nos Jardins de Alhambra.  Jack descobre que sua mãe tem uma doença terminal e ele se aventura pelo desconhecido. Com intuito de salvar sua mãe Lily, sai em busca de um talismã que poderá salvá-la e se aventura por mundos paralelos, que são chamados de territórios. Acaba descobrindo que cada pessoa tem uma cópia nesse mundo paralelo.

Claro que, ao falar nesses dois autores e nesse livro, você percebe tantos detalhes nos personagens, tantos seres descritos e lugares incríveis. Confesso que o personagem lobo me fez derramar lágrimas, pois ele possui uma inocência na forma de ver as coisas. Além de demonstrar uma fiel dedicação à amizade com Jack, não tem como não se fascinar por ele. E outra coisa que me intrigou: as datas finais dos acontecimentos do livro.

Eu tenho algum tipo de misticismo com livros. Com esse também tive, porque não só cita o mês e a data do meu aniversário, como me  fez lembrar da minha infância. Por mais que não seja um livro infanto-juvenil e abordar dois mundos, me fez recordar de uma brincadeira que eu fazia, às vezes, na minha cama, na rua, na calçada e em qualquer lugar.

A minha brincadeira era assim: eu apenas fechava os olhos e tentava  esquecer de tudo.  Ficava mais ou menos uns 5 minutos assim e depois começava a abrir os olhos novamente e ia  reconhecendo o lugar como se eu nunca estivesse estado ali, como se fosse um mundo novo.

Então, espero que tenham gostado e até a próxima, quem sabe em outro mundo…

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