Olá, amiguinhos! Ou melhor seria, chuchuzinhos? Bom, cá estou eu meramente firme e forte para estourar a boca do balão no Mundo da Nerdice cotidiana aqui na família Nerdista mais uma vez. Logo, não sei se vocês andam antenadinhxs, mas recentemente uma polêmica invadiu as portas da nossa querida Blizzard, Blizz, para os íntimos. Tal polêmica acabou colocando à prova, mais uma vez, o verdadeiro valor das mulheres. Em geral nos games, sendo ela jogadora ou personagem. No entanto, o paradeiro inteiro gira entorno de Tracer, uma das personagens femininas mais maravilhosas, fortes, e queridas de Overwatch, que é um dos jogos mais badaladinhos da Blizz, para leigxs no assunto.

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Creio eu que uma das coisas mais marcantes de uma/um personagem em um jogo é de fato sua pose na hora daquela comemoraçãozinha marota perante uma vitória iminente, pois tal feitio acaba por colocar em evidência a sua “dignidade” e força em relação aos duelos. Mas, no caso da nossa estonteante Tracer, não foi bem isso o que aconteceu. A pose ‘Over the shoulder’ de Tracer nos rendeu nada mais, nada menos, do que um close em um bumbum extremamente marcado e uma fetichização disneycessária que apenas prova o quanto o machismo é forte e presente, principalmente no campo cultural do mundo dos games. Mas, você aí, que é uma mulher revolucionária que joga e tenta arrebentar as suas correntes diariamente, fique atenta ao que aqui será dito agora… Segundo a Eurogamer.net, em águas passadas, um fã fiel de Overwatch chamado Fipps felizmente notou que havia algo de errado com Tracer na sua pose de vitória ‘Over the shoulder’ e resolveu deixar o seu intrigante apelo no fórum da Battle.net. Por conseguinte, o diretor do jogo, Jeff Kaplan, respondeu no post do fórum a Fipps dizendo uma frase que eu gostaria muito que vocês segurassem em seus cérebros gosmentos:

“A última coisa que queremos é que alguém se sinta desconfortável”

Além disso, Kaplan também disse que ele e os desenvolvedores de Overwatch retirariam a pose de Tracer (que está como foto de capa da postagem) e a substituiria por uma outra em que ela estivesse em uma posição mais plausível. Até então tudo ia bem, todos nós estávamos no aguardo da pose para conhecê-la e ver até onde onde ela se repercutiria Ao que tudo indica, a Blizzard não deu muita importância aos que estavam verdadeiramente desconfortáveis com a situação. Eis então que surge o grande avanço 50 anos em 5:

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Agora me respondam uma pequena coisinha…mudaram algo? Acho que não.

Se vocês quiserem se informar mais ainda sobre esse reboliço pole(micão) e conhecer  mais sobre a nossa opinião perante o acontecido, sugiro que assistam o nosso último vídeo com a linda da Mariana Gramacho.
Well, além de vir passar para vocês informações quentinhas do mundo Nerd com os meus textos, eu gostaria muito de fazer um breve apelo: Nós não precisamos ser fetichizadas. Ao longo dos anos, as mulheres sempre foram extremamente sexualizadas, e algumas vezes essa sexualização chega a um nível tão elevado que acaba matando a nossa personalidade e desmerecendo as nossas capacidades intelectuais sobre os fatos. E também é importante ressaltar, que em muitas vezes, a sexualização é utilizada para vender jogos, e O NOSSO CORPO NÃO É MERCADORIA.  Nós mulheres precisamos ser representadas de forma correta. Entretanto, gostaria muito de deixar bem claro para a Blizzard, que eles perderam alguns pontos comigo, e garanto que perderão também com várias outras mulheres que curtem o trabalho deles. Overwatch chegará em 24 de maio para PC, PS4 e Xbox One.

E aos machistas de plantão, deixo apenas um recado:

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Adeus.

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