Eu sei que muita gente é fã de tudo que envolva o nome ‘Star Wars’ e por isso vou escolher com cuidado as palavras que vou usar para descrever Star Wars: Battlefront.

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Essa crítica demorou um pouco mais do que eu esperava porque tive problemas com a entrega do jogo, mas agora que já joguei e já testei vou falar de algumas coisas importantes e que, talvez, quem ainda não comprou, vai pensar duas vezes antes de comprar.

O primeiro que você tem que saber é que o jogo é basicamente MULTIPLAYER. Se você tem interesse em campanhas no modo Single Player, é melhor dar uma repensada se é mesmo esse jogo que deve adquirir.

Para começar, quero dizer que o jogo é ÓTIMO. Não sei se posso escolher um adjetivo melhor do que esse, já que fiquei decepcionado com algumas coisas. Como o jogo é basicamente no modo multiplayer, eu estava esperando uma variedade maior de armas, de fases e modos de jogo, e isso é um ponto em que a EA deixou passar nesse Star Wars: Battlefront.

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Os mapas funcionam da seguinte maneira: você tem 4 planetas no jogo – Hoth, Sullust, Tatooine e Endor. Dentro deles, em modos com mapas menores, você tem pedaços desses mapas divididos como vários pequenos mapas ou alguns cantos não explorados desses planetas, também aproveitados nesses modos.

Abordando o que eu já adiantei para vocês, o leque de equipamentos no jogo não é muito grande e isso me deixou realmente chateado. O mesmo vale para as tecnologias em formas de cartas que você pode equipar, como os diferentes tipos de granadas com suas respectivas características que são: granadas comuns, granadas que são melhores para destruir veículos, granadas que causam mais dano, porém em uma área reduzida, entre outros. Sinto que faltou mais criatividade para a EA nesses quesitos.

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Mudando agora para os tipos de modos de jogo, alguns são mais empolgantes e divertidos que outros. Vale o destaque dos modos Walker Assault e Heróis vs Vilões. Não é difícil achar mais uma falha desse jogo. Nesse caso uma falha de balanceamento, já que no modo Heróis vs Vilões Luke Skywalker é de longe o melhor de todos. Não é nada grave, ainda é divertido jogar com os outros heróis além dele.

Ainda assim todos esses modos são tão frenéticos que em algum momento eles deixam de ser divertidos e empolgantes para se transformarem apenas chatos. A falta de tempo para respawn é um erro mais grave, já que tira qualquer tentativa de estratégia do jogo. O fato de não importar se morrer ou não, já que você volta ao jogo um segundo depois, faz com que o jogo fique frenético ao ponto de Star Wars: Battlefront se tornar um Call of Duty com um mapa maior. Correr na direção de 20 inimigos atirando em você, atirar com lança míssil num inimigo a 30 centímetros de distância e outras loucuras do tipo são incentivadas no jogo, faz com que ele perca a graça.

star wars battlefront

Vamos para um ponto em que Star Wars: Battlefront foi melhor do que qualquer outro jogo que eu já joguei: os efeitos visuais e sonoros. Não tem jogo que chegue perto do que a EA conseguiu colocar nesse Star Wars: Battlefront. Quando você joga, você se sente dentro do jogo. Os sons das naves ou dos blasters são incríveis. Eu sou suspeito para falar, mas quem gosta da franquia Star Wars uma hora vai pegar as naves só para ouvir a reprodução fantástica do barulho que ela faz.

O gráfico é excepcional e é um prato cheio para quem gosta de gráficos de outro nível, e de quebra fortalece o argumento de que nem só de gráfico vive um jogo. Convenhamos, Star Wars: Battlefront é outro patamar de jogo.

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