Oi genteee, voltei! Como estão? Então, essa semana vou falar de um jogo que foi lançado recentemente: Tree of Savior. E, o melhor de tudo, está de graça na steam! Corre gente, It’s Free!

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Bom, para quem não sabe, Tree of Savior é o sucessor espiritual do fenômeno da década passada, Ragnarok. A ideia do jogo surgiu depois da decadência de Ragnarok Online e o pouco retorno positivo que teve Ragnarok Online 2 (a galera não gostou muito, sabe como é, né?). Tendo por base esses resultados, o desenvolvedor Tree of Savior veio com a proposta de reconquistar a confiança da comunidade. E, bom, em partes ele conseguiu, o jogo lembra bastante Ragnarok, mas, na minha opinião, peca em alguns aspectos.

No texto de hoje, vou apontar algumas coisas boas e ruins e, para não dizer que sou má, vou começar com o lado bom!

Para começar, eu curti muito o visual do jogo. Realmente me lembrou muito Ragnarok Online. Eu amei minha arqueira do fundo do coração. Escolhi o cabelo dela com todo amor e carinho.

cabelodivo
Olha que lindo o cabelo da minha Ellaria!

Fiquei encantada com o cenário do jogo de forma geral. Sério. E os monstrinhos level baixo me lembraram Pokémon. De Oddish a Golem, eu vi de tudo no mapa!

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Ellaria Maariel divando com os projetos de Oddish ao fundo

Outra coisa que eu gostei bastante são as skills, a animação e os sons me cativaram bastante, e eu confesso que perdi alguns minutos olhando as skills upadas e atirando flechas sozinha no mapa (só Deus pode me julgar). Fora que a música inicial faz a gente entrar no clima do jogo. Uma música certa no momento certo faz a diferença e com ToS não seria diferente!

Falando em atirar, as missões são bem fáceis de serem encontradas, mas não pense que o jogo te entrega tudo na mão, a gente precisa pensar um pouquinho para resolver os problemas. É uma dificuldade que nem todo mundo que começou a jogar agora entende, mas que é, de certa forma, compreensível e instigador.

Em ToS existe um sistema de classes entre os chars que são simples, mas é uma simplicidade bem trabalhada. As 4 classes básicas são: Arqueiro, Espadachim, Mago e Clérigo. Conforme você upa seu personagem, tem a oportunidade de evoluir a sua classe e recebe uma nova árvore de habilidade, podendo distribuir seus pontos da forma como preferir! Ah! O grande ponto positivo é que cada classe tem a sua singularidade, o que transforma o jogo em uma aventura bem dinâmica! Muito daora!

Mas, nem tudo são flores, né? O jogo é um pouco confuso, eu me perdi um pouco no mapa porque os locais são muito parecidos, também eu achei um pouco complicado os comandos e a movimentação do jogo (nada que te atrapalhe a jogar, só achei meio chatinho porque sei que existem meios mais fáceis de movimentação).

Outra coisa bem chata foram os problemas na hora de fazer as quests. Eu estava em um grupo e quando finalizamos a quest, eu tinha feito tudo e meu companheiro de party ainda estava vendo o anúncio de que tinha que entregar a parada. Ele teve que relogar porque o jogo simplesmente não aceitava a entrega de quest, bem bizarro!

Nossa party linda: Ellaria Maariel e IMO Imfrog
Nossa party linda: Ellaria Maariel e IMO Imfrog

Por falar em jogabilidade, o enredo é meio inexistente. Eu sou uma pessoa que gosta de saber por que está fazendo as quests (sim, eu leio as quests do wow) e em ToS eu não entendi muito bem o motivo de estar fazendo as coisas. Parte disso se deve ao fato do jogo estar todo em inglês, mas grande parte é porque ficou bem confuso mesmo, se tivesse uma linhazinha de narrativa melhor eu já ficaria bem satisfeita.

Mas o pior de tudo foi o lag. Sinceramente, travava bastante para mim e para o meu companheiro de grupo. Talvez tenha sido o horário ou o server SA, mas, acho que isso tinha que ser mais trabalhado. Por exemplo, os itens demoravam para ser ativados, os pontos de skill ficavam “voltando” e as próprias conversas com os NPC’s demoravam bastante. Jogar e não conseguir fazer as coisas é o pior sentimento da vida.

Em resumo, Tree of Savior é um jogo legal mas peca na questão de jogabilidade. O visual é impecável e foi bem trabalhado.

Se você quer matar a saudade de Ragnarok, eu recomendo demais! Vai trazer o gostinho de nostalgia! Se você quer um jogo para se distrair, também recomendo. Mas se você tiver a pretensão de jogar algo “Supermegafoda” acho que vai se decepcionar um pouquinho.

Então, é isso… Até a próxima! Bye!

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